sábado, 18 de junho de 2016

FESTA JUNINA

      Existem duas explicações para a origem do termo "festa junina". A primeira explica que surgiu em função das festividades, principalmente religiosas, que ocorriam, e ainda ocorrem, durante o mês de junho. Estas festas eram, e ainda são, em homenagem a três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Outra versão diz que o nome desta festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem apenas a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.



      De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).



      Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.  


Fonte:http://www.suapesquisa.com/musicacultura/historia_festa_junina.htm

      Com a influência da cultura regional realizamos no dia 11/06/16 a festa junina da escola. Foi um trabalho que envolveu o conhecimento pedagógico, artístico e cultural.

 

      Nossa Professora de Ed. Física Mirna Pugoni ensaiou com as crianças todas as coreografias, a Professora Lúcia Helena ensaiou o teatro do casamento na roça e os demais professores da nossa equipe pedagógica trabalharam com os alunos o contexto histórico, cultural, artístico e social da festa. É dessa forma que se dá o aprendizado de forma concreta.
       
Nossa equipe top 10
 
 

 Professoras Heby e Lúcia Helena


 
  Professoras Gabriela, Mirna, Maísa e Professor Fernando.



Professora Jussara

Nossa monitora Silvana



Professora Jane Cristina (À direita)

 

Nossa Bibliotecária Gilda, que confeccionou os murais, flores e arranjos de mesa dando um toque especial à decoração da festa.


(à esquerda) Greyce, Valdirene e Dalva (à direita)

Essas moças são peças fundamentais em nossa escola, elas mantêm tudo limpo, organizado e preparam refeições deliciosas.  Nossos caldos ficaram maravilhosos e a canjica então, Hum! Nota 10.

 

Nossa Secretária Mônica

 
                           Nossa Vice-diretora Maria Helena

                            Nossa diretora Daniela Saldanha

sábado, 4 de junho de 2016

DICAS PARA CONTAR HISTÓRIAS.



          O início é fundamental, antes de começar a contar prepare os ouvintes com uma frase "Era uma vez...", ou uma pequena música, ou uma brincadeira que deixe os ouvintes na frequência psicológica certa. Depois inicie a história.
         Escolha histórias que tenham relação direta com a idade, sexo e ambiente familiar e nível socioeconômico da clientela.  
         A entonação da voz é muito importante para atrair a atenção das pessoas, faça suspense, drama, se emocione.
        Movimente o corpo, faça gestos, trabalhe bem a expressão corporal.
          Conclua a história com uma rima ou aplauso diferente, como, "Essa história entrou por uma porta e saiu pela outra e quem quiser que conte outra".
           Algumas crianças tem dificuldade em ler apesar de gostarem de histórias, seja por uma dificuldade de concentração, interpretação ou de imersão no mundo letrado. A hora do conto proporciona a possibilidade de despertar o interesse pela leitura e a superação das dificuldades encontradas na alfabetização.




       Mônica Gomes, graduada em Pedagogia e Pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional, formada no curso de contação de histórias do Instituto de Pedagogia Avançada. Ela atua como professora na rede municipal de ensino de Nova Serrana. E atualmente ocupa o cargo de secretária da E.M. Arésio Eleutério Amaral Júnior.
           É Pernambucana e reside em Nova Serrana a 17 anos, cidade que a acolheu muito bem. 
           A história contada foi "O Castelo Amarelo" de Malba Tahan, do livro A arte de ler e contar histórias. É uma história que é narrada com a participação dos alunos. 
             

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A IMPORTÂNCIA DE CONTAR HISTÓRIAS

     É ouvindo histórias que se pode sentir emoções importantes com o significado e verdade que estas fazem brotar. Ouvir histórias é também desenvolver todo o potencial crítico da criança, é poder pensar, duvidar, perguntar e questionar. É sentir-se inquieto, querendo saber mais e melhor sobre o que está sendo narrado. criam condições favoráveis para o desenvolvimento de uma mente criativa e inventiva. 
     Escutar histórias é o início para tornar-se um leitor, um inventor, um criador. A criança que ouve histórias, comprovadamente se tornará um adulto mais criativo, flexível e melhor preparado emocionalmente, despertando processos internos de compreensão e adaptação.  
Fonte:http://www.projetoamplitude.org/com-a-palavra-amplitude/a-importancia-de-contar-historias/

     Pensando no desenvolvimento social, cognitivo e emocional dos nossos alunos, estamos sempre trabalhando com "A hora do Conto", dessa vez convidamos a professora Salete Stela Silva Oliveira.

     Salete é formada em Direito e atua como professora  de Língua Portuguesa, Filosofia, Sociologia, Matemática e tem buscado especialização em Ed. Infantil. Nasceu em Dores do Indaiá, reside em Bom Despacho, mas tem uma enorme paixão por Nova Serrana.    
    Vem trabalhando em várias escolas Estaduais e Municipais da nossa cidade desde 2010.
     As histórias contadas foram: Maria vai com as outras, A princesa e a ervilha e a Bruxa.
    
 

  







É com muita satisfação que recebemos a professora Salete Stella na "Hora do Conto".










 

domingo, 24 de abril de 2016

TARDE LITERÁRIA - COM ONILZA BRAGA

     No dia 18/03/16 recebemos a visita da escritora “Onilza Braga” e seu neto Diego Mendes também escritor, que encantaram nossos alunos com suas histórias. Ela criou um projeto literário que leva as escolas do município um kit de exemplares de livros de todos os autores de Nova Serrana, visando fortalecer a cultura e os escritores da cidade.







   Onilza Braga, nasceu em Recife e viveu a infância e a adolescência em Olinda-PE. Começou a escrever poesia por volta de 1980, com o livro Joanna, logo depois surgiu Janine, um romance para adolescentes. Seguiu-se Rainha do lar uma ova, Me Larga, Eu juro que não fui eu e outros infantis como Teca, A pedrinha feliz e vários outros.
fonte:http://www.jornalserranense.com.br



  Diego Mendes de Carvalho nasceu em 11/04/1998 na cidade de Bom Despacho – MG. Cresceu na cidade de Nova Serrana – MG onde vive até os dias de hoje. Por volta dos dez anos começou a se interessar e apaixonar pela leitura. Aos treze anos, Diego deu início à leitura de uma saga que o inspirou a escrever suas primeiras quatro fanfics. Gostando do que escreveu e principalmente de escrever, ele deu início ao seu mais novo hobbie. Em 2012 sua primeira obra “Meu nome não é David” começou a ser postada no site Wattpad. E assim, o hobbie virou paixão. A vontade e a inspiração para escrever o dominava. Logo postou no mesmo site suas outras obras “Olhos de um Vampiro” seu primeiro romance “Você é minha cura” e sua trilogia de terror “Chamada perdida” “Chamada Recebida” e “Chamada Atendida”. Em meados de maio de 2014, Diego Mendes começou seu novo projeto, a saga “Eu serei a sua morte”, conseguindo publicá-la em junho de 2015.

Aos 17 anos Diego começou a trabalhar de repórter no Jornal Serranense, onde permanece até hoje.
Fonte:https://www.clubedeautores.com.br/

Diego Mendes, Oniza Braga, Diretora -Daniela Saldanha, Vice- Maria Helena.

   Agradecemos a visita que nos enriqueceu de cultura e conhecimento.












quinta-feira, 21 de abril de 2016

A HORA DO CONTO COM MARIA AUXILIADORA - DORINHA

     No  dia  20/04/16 dona Maria  Auxiliadora  Eleutério  Amaral , também conhecida como "Dorinha" compareceu a nossa escola  para a Hora do Conto e com seu carisma e vitalidade contou a história "Os Músicos de  Bremen". 



         Dorinha é um exemplo de vida, tem na sua história fatos que contibuiram com o desenvolvimento da educação em Nova Serrana.


Maria Helena (Vice-diretora) Dorinha e Daniela Saldanha (Diretora)



BIOGRAFIA DE MARIA AUXILIADORA ELEUTÉRIO AMARAL

Maria Auxiliadora Eleutério Amaral, nascida na cidade de Bom Despacho em 17 de Agosto de 1941. Filha de João Azevedo Miranda e Nair Eleutério Azevedo, filha mais velha de 12 irmãos.
Maria Auxiliadora, mais conhecida por Dorinha, fez Normal no Instituto Nossa Senhora do Sagrado Coração em Divinópolis – MG, concluído em 1963. Trabalhou por  um ano na cidade de Bom Despacho. Casou-se com Arésio de Paula Amaral em 1964, vindo nesta época,  morar em Nova Serrana, terra natal do Sr. Arésio.  Época em que começou a escrever sua história na Educação de Nova Serrana. Trabalhou na Escola Estadual Major Agenor Lopes Cançado. Ajudou na criação da Escola Estadual Antônio Martins do Espírito Santo, a qual foi vice-diretora da Sra. Carmélia Teles da Silva Saldanha. Uma curiosidade:  existe na Escola Antônio Martins, uma árvore de Pau Brasil, plantada por ela, na época em que escola começou a funcionar.
Dorinha aposentou como Professora,  no Estado em 1988, porém seu carinho pelo povo de Nova Serrana e sua dedicação em favor de uma boa Educação, fizeram com que ela retornasse ao trabalho. Trabalhou como secretária escolar  na Escolar Estadual Frei Anselmo.
Em 1989, foi convidada pela Sra. Maria Lúcia de Freitas, chefe do Serviço Municipal de Educação da época para ser sua assessora. 
Enquanto assessora, teve participação importante na criação da APAE de Nova Serrana e na Municipalização das Escolas Rurais.
Dorinha além de deixar sua marca registrada na História da Educação de Nova Serrana teve importante participação na área social do Município. Esteve presente e trabalhou com muita garra para criação e funcionamento da rede socioassistencial da cidade, juntamente com a Secretária  e toda a Equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social.
Dorinha é muita querida pelo povo de Nova Serrana, quem a conhece, sabe do seu esforço em prol da Educação e do Desenvolvimento Social da Cidade.
Dorinha e Arésio  tiveram 04  filhos e 06 netos, todos  nascidos e criados em Nova Serrana.
Seus filhos:
Márcio Eleutério Amaral ( in memorian)
Heby Eleutério Amaral Prado
Marcos Eleutério Amaral
Arésio Eleutério Amaral Júnior( in memorian)


         Agradecemos pela autorização em divulgar sua biografia, escrita por sua filha Heby Eleutério Amaral Prado.


  
        

domingo, 17 de abril de 2016

HISTÓRIA DA ESCOLA







A Escola Municipal Arésio Eleutério Amaral Júnior, integrante da rede municipal de ensino, está localizada na Rua 01 s/n, bairro São José no município de Nova Serrana.  
A instituição de ensino foi criada em 2009 e até 2012 funcionava como anexo da Escola Municipal Agenor Joaquim Ferreira, oferecendo Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, sua inauguração no endereço atual se deu em 12 de Abril de 2014.   
O nome Arésio Eleutério Amaral Júnior, foi escolhido pelo prefeito da época. Ele era um adolescente que gostava de escrever poesias, as quais foram publicadas no seu livro “Do Nascer ao Pôr do Sol”. Era filho de uma educadora que dedicou muitos anos à educação em Nova Serrana, Maria Auxiliadora Eleutério Amaral conhecida como “Dorinha”, muito contribuiu para educação em Nova Serrana  trabalhando por muitos anos na Secretaria Municipal de Educação de Nova Serrana como secretária adjunta.




Arésio nasceu em 7 de Fevereiro de 1981, foi uma pessoa extremamente apaixonada pela família e pelos amigos. Concluiu o ensino médio numa escola da Rede Promove, chegando a cursar pré-vestibular da Rede Pitágoras. Embora não estivesse mais presente, seu livro foi publicado tornando seu sonho em realidade.