sexta-feira, 15 de julho de 2016

BRINQUEDOTECA - ESPAÇO MEDIADOR DE APRENDIZAGENS.

  A Escola Municipal Arésio Eleutério Amaral Júnior desenvolve há alguns meses um projeto, cujo objetivo principal é resgatar e valorizar, pedagogicamente os brinquedos antigos e folclóricos.
  Faz-se necessário, também fazer com que os alunos amem a escola e sintam-se bem dentro dela. Para isso criamos a brinquedoteca.
   A  brinquedoteca no meio educacional amplia os conhecimentos dos alunos, com uso dos jogos, as brincadeiras e brinquedos, aperfeiçoando as habilidades cognitivas, afetivas e psicomotoras dos discentes com enfoque nas múltiplas  inteligências destes em situações que o direcione ao sucesso escolar.
   No painel de apresentação cada aluno pintou sua mãozinha, ali é um espaço deles. Além dos brinquedos psico-pedagógicos, montou-se um painel de fotografias onde   estão expostas fotos dos alunos participando das comemorações.
  





     Considera-se então, a Brinquedoteca um espaço mediador de aprendizagens fundamental para compor o espaço escolar, fazendo parte de suas estruturas com práticas educativas que estabelece relacionamento entre professor e aluno, maximizando as possibilidades o aprender, de forma livre, espontânea, prazerosa, com interação entre o objeto de conhecimento e com o outro, com tomada de decisão, com criticidade, enfim, situações que fazem parte das atividades lúdicas.
 

   O brincar traz efeitos positivos para os processos de aprendizagens, através de jogos, brinquedos e brincadeiras e ainda, atividades culturais, resgatando o patrimônio histórico-cultural e a identidade da comunidade onde está inserida. E assim, estimular o desenvolvimento, aperfeiçoamento de habilidades e assimilação de novos conhecimentos, que visam à formação de cidadãos democráticos estimulados num ambiente rico de brinquedos que permite extravasar os sentimentos de solidariedade e respeito aos valores sociais e coletivos da sociedade.
        



      


       No Projeto "Folclore Resgatando Culturas" elaborado pela nossa equipe pedagógica,contamos com a colaboração da Dona Dorinha, que trouxe sugestões de brincadeiras diversas para nossas crianças, jogos de estratégia  para auxiliar no processo  de letramento, compreensão das regras sociais, das noções lógico-matemáticas. 
       




  Através do seu trabalho voluntário eles estão aprendendo a brincar com Currupio, Bilboquê, Escravos de Jó, Corre cutia, Cabra cega e outros.  Brinquedos e brincadeiras que além de lazer, tem objetivo psicopedagógicos, desenvolvem várias noções necessárias a uma boa aprendizagem; controle muscular, lateralidade, atenção, sequência na produção de textos e outros.      





      Parabenizamos a iniciativa da nossa Diretora Daniela Saldanha e nossa Vice- diretora Maria Helena, pois são profissionais que têm um olhar diferenciado para a aprendizagem em nossa escola. Agradecemos a Dona Dorinha pelo trabalho voluntário realizado em nossa instituição de ensino.


                                Daniela Saldanha (Diretora)


                              Maria Helena (Vice-diretora)

   Isso é a Escola Municipal Arésio Eleutério Amaral Júnior de valorizando o trabalho voluntário e sempre pensando no futuro de nossas crianças.

domingo, 3 de julho de 2016

PROJETO BONEQUINHO DOCE

       Para desenvolver o interesse  e o aprendizado real, as crianças necessitam de atividades que passem por simples brincadeiras, nas quais o aprendizado seja associado a atividades prazerosas e saudáveis ao mesmo tempo. A fantasia é uma parte importante do universo da criança, sendo normal a criação de personagens e encenações nas quais as crianças assumem papéis  que estimulam a imaginação e a tomada de atitudes.    
      

     A partir do livro O Bonequinho Doce da escritora Alaíde Lisboa, a professora Lurdes com sua turma de 1º período, desenvolveu atividades que proporcionaram o contato das crianças com o mundo literário, enriquecendo o vocabulário das mesmas de forma lúdica, estimulando a criatividade e a coordenação motora a partir de materiais variados.  
   








sexta-feira, 1 de julho de 2016

MOMENTO DE LEITURA

Iniciação Literária


       Antes de ler a criança ouve e conta histórias, sendo esse fato decisivo para um futuro vinculo com a literatura. A contação de histórias e outras atividades lúdicas como o desenho e a dramatização e os jogos podem reforçar ou dar início à formação literária da criança no espaço escolar.
    A maneira como o leitor entra em contato com o texto na infância, geralmente é decisiva  para a continuidade dessa relação. Se a iniciação é bem-sucedida e o afeto é despertado, as chances de que a criança se torne um leitor ao longo da sua vida é muito maior.
    O papel de uma boa biblioteca para a formação de leitores é de extrema importância. Baseado nesse contexto estamos sempre trabalhando a leitura com nossos alunos desde a educação infantil até os anos iniciais do fundamental. 
















sábado, 18 de junho de 2016

FESTA JUNINA

      Existem duas explicações para a origem do termo "festa junina". A primeira explica que surgiu em função das festividades, principalmente religiosas, que ocorriam, e ainda ocorrem, durante o mês de junho. Estas festas eram, e ainda são, em homenagem a três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Outra versão diz que o nome desta festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem apenas a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.



      De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).



      Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.  


Fonte:http://www.suapesquisa.com/musicacultura/historia_festa_junina.htm

      Com a influência da cultura regional realizamos no dia 11/06/16 a festa junina da escola. Foi um trabalho que envolveu o conhecimento pedagógico, artístico e cultural.

 

      Nossa Professora de Ed. Física Mirna Pugoni ensaiou com as crianças todas as coreografias, a Professora Lúcia Helena ensaiou o teatro do casamento na roça e os demais professores da nossa equipe pedagógica trabalharam com os alunos o contexto histórico, cultural, artístico e social da festa. É dessa forma que se dá o aprendizado de forma concreta.
       
Nossa equipe top 10
 
 

 Professoras Heby e Lúcia Helena


 
  Professoras Gabriela, Mirna, Maísa e Professor Fernando.



Professora Jussara

Nossa monitora Silvana



Professora Jane Cristina (À direita)

 

Nossa Bibliotecária Gilda, que confeccionou os murais, flores e arranjos de mesa dando um toque especial à decoração da festa.


(à esquerda) Greyce, Valdirene e Dalva (à direita)

Essas moças são peças fundamentais em nossa escola, elas mantêm tudo limpo, organizado e preparam refeições deliciosas.  Nossos caldos ficaram maravilhosos e a canjica então, Hum! Nota 10.

 

Nossa Secretária Mônica

 
                           Nossa Vice-diretora Maria Helena

                            Nossa diretora Daniela Saldanha

sábado, 4 de junho de 2016

DICAS PARA CONTAR HISTÓRIAS.



          O início é fundamental, antes de começar a contar prepare os ouvintes com uma frase "Era uma vez...", ou uma pequena música, ou uma brincadeira que deixe os ouvintes na frequência psicológica certa. Depois inicie a história.
         Escolha histórias que tenham relação direta com a idade, sexo e ambiente familiar e nível socioeconômico da clientela.  
         A entonação da voz é muito importante para atrair a atenção das pessoas, faça suspense, drama, se emocione.
        Movimente o corpo, faça gestos, trabalhe bem a expressão corporal.
          Conclua a história com uma rima ou aplauso diferente, como, "Essa história entrou por uma porta e saiu pela outra e quem quiser que conte outra".
           Algumas crianças tem dificuldade em ler apesar de gostarem de histórias, seja por uma dificuldade de concentração, interpretação ou de imersão no mundo letrado. A hora do conto proporciona a possibilidade de despertar o interesse pela leitura e a superação das dificuldades encontradas na alfabetização.




       Mônica Gomes, graduada em Pedagogia e Pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional, formada no curso de contação de histórias do Instituto de Pedagogia Avançada. Ela atua como professora na rede municipal de ensino de Nova Serrana. E atualmente ocupa o cargo de secretária da E.M. Arésio Eleutério Amaral Júnior.
           É Pernambucana e reside em Nova Serrana a 17 anos, cidade que a acolheu muito bem. 
           A história contada foi "O Castelo Amarelo" de Malba Tahan, do livro A arte de ler e contar histórias. É uma história que é narrada com a participação dos alunos. 
             

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A IMPORTÂNCIA DE CONTAR HISTÓRIAS

     É ouvindo histórias que se pode sentir emoções importantes com o significado e verdade que estas fazem brotar. Ouvir histórias é também desenvolver todo o potencial crítico da criança, é poder pensar, duvidar, perguntar e questionar. É sentir-se inquieto, querendo saber mais e melhor sobre o que está sendo narrado. criam condições favoráveis para o desenvolvimento de uma mente criativa e inventiva. 
     Escutar histórias é o início para tornar-se um leitor, um inventor, um criador. A criança que ouve histórias, comprovadamente se tornará um adulto mais criativo, flexível e melhor preparado emocionalmente, despertando processos internos de compreensão e adaptação.  
Fonte:http://www.projetoamplitude.org/com-a-palavra-amplitude/a-importancia-de-contar-historias/

     Pensando no desenvolvimento social, cognitivo e emocional dos nossos alunos, estamos sempre trabalhando com "A hora do Conto", dessa vez convidamos a professora Salete Stela Silva Oliveira.

     Salete é formada em Direito e atua como professora  de Língua Portuguesa, Filosofia, Sociologia, Matemática e tem buscado especialização em Ed. Infantil. Nasceu em Dores do Indaiá, reside em Bom Despacho, mas tem uma enorme paixão por Nova Serrana.    
    Vem trabalhando em várias escolas Estaduais e Municipais da nossa cidade desde 2010.
     As histórias contadas foram: Maria vai com as outras, A princesa e a ervilha e a Bruxa.
    
 

  







É com muita satisfação que recebemos a professora Salete Stella na "Hora do Conto".










 

domingo, 24 de abril de 2016

TARDE LITERÁRIA - COM ONILZA BRAGA

     No dia 18/03/16 recebemos a visita da escritora “Onilza Braga” e seu neto Diego Mendes também escritor, que encantaram nossos alunos com suas histórias. Ela criou um projeto literário que leva as escolas do município um kit de exemplares de livros de todos os autores de Nova Serrana, visando fortalecer a cultura e os escritores da cidade.







   Onilza Braga, nasceu em Recife e viveu a infância e a adolescência em Olinda-PE. Começou a escrever poesia por volta de 1980, com o livro Joanna, logo depois surgiu Janine, um romance para adolescentes. Seguiu-se Rainha do lar uma ova, Me Larga, Eu juro que não fui eu e outros infantis como Teca, A pedrinha feliz e vários outros.
fonte:http://www.jornalserranense.com.br



  Diego Mendes de Carvalho nasceu em 11/04/1998 na cidade de Bom Despacho – MG. Cresceu na cidade de Nova Serrana – MG onde vive até os dias de hoje. Por volta dos dez anos começou a se interessar e apaixonar pela leitura. Aos treze anos, Diego deu início à leitura de uma saga que o inspirou a escrever suas primeiras quatro fanfics. Gostando do que escreveu e principalmente de escrever, ele deu início ao seu mais novo hobbie. Em 2012 sua primeira obra “Meu nome não é David” começou a ser postada no site Wattpad. E assim, o hobbie virou paixão. A vontade e a inspiração para escrever o dominava. Logo postou no mesmo site suas outras obras “Olhos de um Vampiro” seu primeiro romance “Você é minha cura” e sua trilogia de terror “Chamada perdida” “Chamada Recebida” e “Chamada Atendida”. Em meados de maio de 2014, Diego Mendes começou seu novo projeto, a saga “Eu serei a sua morte”, conseguindo publicá-la em junho de 2015.

Aos 17 anos Diego começou a trabalhar de repórter no Jornal Serranense, onde permanece até hoje.
Fonte:https://www.clubedeautores.com.br/

Diego Mendes, Oniza Braga, Diretora -Daniela Saldanha, Vice- Maria Helena.

   Agradecemos a visita que nos enriqueceu de cultura e conhecimento.